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Desejo da Imprensa Radical em Cancelar o Melhor Filme do Ano, Era Uma Vez Um Sonho, por ser um filme Conservador

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No meio de “Anitta posa com maiô extremamente cavado e quase mostra demais” e “Mayra Cardi exibe boa forma no banho”, uma manchete me chamou a atenção: “Com Amy Adams e Gleen Close, Era Uma Vez Um Sonho é detonado na Netflix”. Rapidamente abri a matéria e lá estava, entre outras críticas soltas, uma que, raramente, ou nunca se lê por aí: “A nova produção da Netflix já é vista como uma das maiores pisadas na bola da plataforma, e algumas publicações chamam o longa de ‘um dos piores filmes do ano’”, vaticinou o grupo da extrema-imprensa UOL/Folha. Isso, enquanto abria meu e-mail no BOL, que já possuo há mais de duas décadas, meu álibi por estar lá. Desesperadamente, fui ao aplicativo da Netflix e cliquei para assistir ao filme, esperando elogios a políticas sociais de Trump e Bolsonaro, que desagradaram e revoltaram tanto o pessoal progressista. Porém, não foi isso que encontrei. Era Uma Vez Um Sonho é o melhor filme do ano e as melhores interpretações da carreira de Amy Adams (uma

Eleições Fraudadas já foram tema em Hollywood

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Elections – Alexander Payne – 1999 Tracy Flick (Reese Witherspoon) é aquela garota que todo mundo ama odiar, inteligente, mas convencida, líder, mas boçal, inoportuna e chata. Parece estar sempre de mau humor e arranjando algo para brigar. É daquelas pessoas que você ama ou odeia, não tem meio termo. Jim McAllister (Matthew Broderick) é o oposto. Amado pelos alunos é um professor boa praça e bonzinho. Calmo, parece estar sempre receptivo a apaziguar atritos e liderar pela união. E essa dualidade de personalidades será colocada frente a frente na eleição de Presidente da escola. Tracy deseja se eleger e McAllister fará de tudo para que isso não ocorra, inclusive fraudá-la. É a ideia da destruição pregada pelo marxismo, que resiste aos séculos por um séquito de jovens doutrinados e adultos frustrados e ressentidos. Quando não conseguem algo que queiram, não se furtam em usar ações repugnantes para conseguir tal objetivo.

Numa das decisões mais autoritárias da história do cinema, o Oscar passa a obrigar cotas para minorias em 2024

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"De todas as artes, o cinema é para nós a mais importante". Vladimir Lênin. A arte é livre, mas não para o Oscar. Para Charles Chaplin era necessário falar sem aspas, seus filmes promoviam isso, mas no século 21, a Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, pensa o contrário. A partir de 2024, para um filme ser candidato, não mais precisa ser uma obra-prima como A Lista de Schindler , que aliás não poderia ganhar a estatueta segundo as novas regras, a produção tem que obedecer o seguinte critério: ter membros de minorias como negros ou latinos em papeis de protagonistas ou coadjuvantes, ou 30% de outras minorias (mulheres, deficientes, indígenas, asiáticos e gays) em sua produção ou estúdio. O filme que desrespeitar essas medidas, nem deverá ser visto, mesmo que seja um O Poderoso Chefão .   O anuncio foi feito pelo recém-empossado Presidente da Academia, o homem branco, hétero e rico, David Rubin, produtor de filmes como O Paciente Inglês, O Talentoso Mr. Ripley

Coppola vai relançar O Poderoso Chefão III nos cinemas com nova edição, novo começo e novo final

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Após 30 anos, o cineasta Francis Ford Coppola e a Paramount anunciaram que irão relançar o filme O Poderoso Chefão III nos cinemas em versão editada em 4K, com novo começo e novo final. Provavelmente, o filme terá um novo nome também, será Mario Puzo - O Poderoso Chefão: A Morte de Michael Corleone e terá a visão do autor e do diretor.  "O filme é um reconhecimento a Mario Puzo com o título, e é meu preferido com nossas intenções originais para O Poderoso Chefão III . Para esta versão, eu criei um novo começo e fim, e reorganizei algumas cenas, tomadas e trilha sonora. Com essas mudanças e a filmagem e o som restaurados, para mim, é uma conclusão mais apropriada para O Poderoso Chefão e O Poderoso Chefão II e agradeço a Jim Gianopulos e à Paramount por me permitirem revisitá-lo". Disse Coppola.  O cineasta e sua produtora American Zoetrope trabalharam a partir de uma digitalização em 4K do negativo original para realizar uma restauração, quadro a quadro, da nova versão e

Má Educação

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Bad Education - Cory Finley - 2019 (HBO) O maior escândalo de corrupção nas escolas norte-americanas, descoberto pelo jornalzinho da própria instituição, revela algumas nuances que nós, brasileiros, conhecemos bem nesses últimos 30 anos. O próprio Frank Tassone, responsável pelo esquema e que "nada sabia" quando descobriram, mostra como nasce à corrupção: "certa vez, fui almoçar num fim de semana e usei, sem querer, o cartão da escola, pensei que segunda resolveria isso, mas percebi que ninguém notou, então, deixei passar". O eterno prefeito de Nova Iorque, um dos principais responsáveis por retirar o poder da máfia italo-norte-americana segundo o livro pizzo - História e Administração da Máfia , o republicano Rodolpho Giulianni, resolveu a violência, durante sua administração na cidade - NY tinha os mais altos números de assassinatos nos EUA, com uma medida simples, mas genial, ele instaurou o programa tolerância zero, qualquer pessoa, seja um guarda

A importância do filme Rocky para a liberdade e o progresso de uma Nação

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Ele é ingênuo, as pessoas caçoam dele, tem habilidades físicas, gosta de correr e está sempre do lado certo da vida. Não, não estamos falando de Rocky. O nome dele é Gump, Forrest Gump, e muito antes de Forrest conquistar o mundo com sua ingenuidade e carisma, um pugilista também simples e falante já havia alcançado a glória no país da liberdade e da oportunidade: Rocky Balboa (Sylvester Stallone). Em Rocky (1976), um até então desconhecido Sylvester Stallone, interpreta um boxer fracassado que trabalha como coletor para o agiota Gazzo (Joe Spinell). Enquanto vive das sobras que seu chefe disponibiliza, tenta voltar a treinar na academia de Mickey (Burgess Meredith), um treinador que já viveu seu auge no esporte e agora gerencia essa academia. Seu melhor amigo, o "bebum" Paulie (Burt Young), tenta juntá-lo com sua irmã, Adrian (Talia Shire), uma tímida e calada atendente de uma loja de animais domésticos. Mas, estamos na terra da liberdade, especificamente na Fi

Netflix anuncia filme com meninas de 11 anos em poses sensuais

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Na contramão dos últimos acontecimentos aterrorizantes no Brasil e no mundo, a Netflix pretende lançar um filme onde crianças tem suas imagens sensualizadas. O filme "Cuties" conta a história de meninas de 11 anos que se destacam dançando com poucas roupas e poses sensuais . Em 9 de setembro, o serviço de streaming Netflix irá estrear o filme francês Cuties, a história da menina senegalesa Amy, de 11 anos, que entra em choque com os valores tradicionais da sua mãe ao participar de um grupo de dança tweerk chamado Cuties. A peça promocional do filme para o público americano gerou muitas críticas nos EUA. O poster mostra quatro meninas em poses sugestivas, com trajes de danças, expondo varias partes do corpo. Assim como a protagonista da história, a atriz principal, Fathia Youssouf Abdillahi, tem apenas 11 anos. Por conta da sexualização de pré-adolescentes no filmes, internautas e pais americanos realizaram uma petição no Change.org para que a obra fosse removida d

Porque ainda ouvimos artistas sobre assuntos importantes

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Um dos maiores filósofos brasileiros, Mário Ferreira dos Santos, dizia: "Um dos sinais de decadência de uma sociedade é quando, em assuntos importantes, a população passa a dar ouvidos a artistas e atletas". O próprio ator britânico Anthony Hopkins já invocou: "atores não devem se levar a sério. Não somos importantes. Somos palhaços, só isso. Atores que se acham importantes me irritam profundamente". Seu colega, o humorista Rick Gervais, fez um discurso histórico no Globo de Ouro colocando os atores em pé de igualdade com a ativista infantil, "Se a o grupo terrorista ISIS abrisse um serviço de streaming vocês ligariam pro agente (...) muitos de vocês passaram menos tempo na escola que a Greta Thunberg (...) vocês não estão em posição para dar lição para o público". Celebridade costuma dar exemplo do que não se deve fazer. Quem não se lembra do casamento biônico da Sandra Bullock com o autoproclamado nazista, Jesse James? E Anne Hathaway e seu relaci

Ator Terry Crews revela desejo de unir as pessoas, apesar da indignação esquerdista

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O ator usou sua conta no twitter para fazer várias declarações promovendo a união e o desejo de implementar uma cultura de convívio saudável. No sábado, Crews escreveu: “Todos os brancos são ruins? Não. Todos os negros são bons? Não. Conhecendo essa realidade - defendo minha decisão de me unir a pessoas boas, independentemente da raça, credo ou ideologia. Dado o número de ameaças contra essa decisão, eu também decido morrer nesta colina. ” Terry Crews entrou nessa briga após várias reações negativas a sua postagem contra o Black Lives Matters. Chegaram a acusar o ator de ser um "branco supremacista em pele negra". Ele respondeu: "Derrotar a supremacia branca sem o povo branco cria a supremacia negra. Igualdade é a verdade. Goste ou não, estamos todos juntos nisso. ” Com informações do The Daily Wire .

Agora é a vez de Um Tira no Jardim de Infância sofrer censura e ser retirado de cartaz

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Sim, isso mesmo, mais um titulo é censurado nessa cruzada autoritária que a extrema-esquerda promove pelo mundo. Depois do absurdo cancelamento de E o Vento Levou (1939), o alvo agora é a comédia Um Tira no Jardim de Infância (1990), sucesso com Arnold Schwarzenegger.   Segundo a censora Lois M, Leveen, o conteúdo do filme tem estereótipos racistas e romantização da presença policial no ambiente escolar da trama. "Não há nada divertido na presença de polícia nas escolas, que alimenta o oleoduto da escola à prisão em que afro-americanos, pessoas latinas e outras crianças de cor são criminalizadas e não educadas", ressaltou Lois em relação ao filme onde Schwarzenegger interpreta um policial que, para pegar um bandido fugitivo (branco, loiro e rico) precisa se disfarçar de professor primário no colégio onde a ex-mulher e o filho (brancos e loiros) do marginal trabalha e estuda, respectivamente.  As escolas militares, tanto norte-americanas, quanto as brasileiras, pos