Como Hollywood anula conservadores e religiosos e manipula a horda progressista
“Você não vai trabalhar aqui (em Hollywood) nunca mais”. Alertou Mel Gibson ao astro do momento, Jim Caviezel, antes de começar as filmagens de A Paixão de Cristo (2004), o maior sucesso de público daquele ano e uma das maiores bilheterias da história do cinema. Caviezel já vinha de dois sucessos, Além da Linha Vermelha (1998) o retorno do recluso cineasta Terrence Malick e O Conde de Monte Cristo (2002) baseado no livro de Alexandre Dumas. Era o ator do momento e seus agentes não paravam de receber propostas. Mel Gibson sabia do que falava. Seu épico sobre a história da morte e ressurreição de Nosso Senhor já vinha sofrendo boicotes ainda quando era um projeto. Passou por tentativas de mudanças no roteiro – que foi escrito pelo próprio, um católico fiel – e, por último, proibições de alguns países. Foi banido do Kuwait e do Bahrein e teve severas restrições na Malásia. Gibson precisou bancar o filme com seu próprio dinheiro. Mesmo alertado Jim resolveu pagar para ver e o filme, ...