20 janeiro 2009

Diálogos

Escrito por Eric Roth – O Curioso Caso de Benjamim Button – EUA (2008)

Mais uma nova sessão no Museu, Diálogos. Serão textos extraídos dos roteiros dos grandes filmes. É uma forma que o blog encontrou de homenagear os grandes roteiristas do cinema.

DAISY
- Você continuará me amando quando eu não puder ficar em pé direito, quando minha pele enrugar...
Benjamim ri.
DAISY (continuando)
- Você continuará me amando quando meus passos ficarem curtos, quando eu dormir demais, quando você tiver que me colocar numa cadeira.
BENJAMIM (respondendo)
- Você continuará me amando quando eu tiver espinhas. Quando eu começar a pensar que é engraçado soltar pum...
Daisy ri.
BENJAMIM (continuando)
- Você continuará me amando quando eu pensar que todas as garotas usam fraldas. Você continuará me amando quando eu molhar minha cama de noite. Você continuará me amando quando tiver medo de coisas que não são reais.

9 comentários:

Pedro Henrique disse...

Gostou mesmo do filme, hein? Os últimos 4 posts são sobre o filme!

Eu gostei, não tanto quanto imaginei que iria gostar, mas gostei.

Abraço!

Marcel Gois disse...

Excelente sessão e já começou muito bem hein? Muito boa essa cena.

Vinícius P. disse...

Eu não gosto tanto do roteiro do filme, prefiro todos os outros aspectos - especialmente direção e as atuações.

Museu do Cinema disse...

Pedro, gosto de dissecar bem as obras-primas.

Marcel, obrigado, grande estimulo para continuar a sessão!

Kau Oliveira disse...

Excelente idéia, Cassiano! Adorei este novo espaço.

E, de fato, existem vários belíssimos diálogos no roteiro de Benjamin Button!

Abraços.

Museu do Cinema disse...

Valeu Kau!

Alex Gonçalves disse...

Cassiano, não tenho muita vontade de ver "Benjamin Button", talvez por não ser fã n.º 1 de David Fincher (mesmo que eu ache "Se7en" um filme primoroso). Mas esse diálogo é muito bom!

Ah, conforme prometido, vi no final da semana passada o filme "Reflexos da Inocência", que é muito bom!

Abraços!

Sérgio Déda disse...

Adorou mesmo o filme, né? hehehhe
Mas merece mesmo, e este diálogo como vários outros do filme é belo e poético.

Museu do Cinema disse...

Alex, aguardo a resenha!

Sérgio, com certeza! QUem não gostou?