The Hudsucker Proxy – Joel e Ethan Coen – 1994 (DVD)Por Dudu*
Este era o último título que faltava para poder dizer que os Irmãos Coen nunca fizeram um filme meia-boca. Como toda unanimidade é burra, e como para toda regra há uma exceção, que a deles seja O Amor custa Caro (2003), que nem é ruim. Apenas não é espetacular feito os outros.
Em A Roda da Fortuna há tudo que um bom filme dos Coen deve ter: um bom roteiro, bons atores, bons diálogos, boa direção, boa direção de arte. Enfim, uma série de acertos para contar uma história muito interessante. Tim Robbins, novinho, interpreta Norville Barnes, um recém-formado administrador de empresa que é colocado à frente da presidência das indústrias Hudsucker logo após o suicídio do tal Sr. Hudsucker. Aliás, que cena incrível! Esta e uma outra, mais à frente, que nem vou contar aqui para não estragar o deleite alheio.
Este era o último título que faltava para poder dizer que os Irmãos Coen nunca fizeram um filme meia-boca. Como toda unanimidade é burra, e como para toda regra há uma exceção, que a deles seja O Amor custa Caro (2003), que nem é ruim. Apenas não é espetacular feito os outros.
Em A Roda da Fortuna há tudo que um bom filme dos Coen deve ter: um bom roteiro, bons atores, bons diálogos, boa direção, boa direção de arte. Enfim, uma série de acertos para contar uma história muito interessante. Tim Robbins, novinho, interpreta Norville Barnes, um recém-formado administrador de empresa que é colocado à frente da presidência das indústrias Hudsucker logo após o suicídio do tal Sr. Hudsucker. Aliás, que cena incrível! Esta e uma outra, mais à frente, que nem vou contar aqui para não estragar o deleite alheio.

As situações insólitas, cômicas e bizarras vão aparecendo na tela, e aí é só alegria. Como é bom ver um filme rigorosamente bem feito, daqueles que não há como rotular, nem para colocar em uma prateleira pré-definida da locadora. É drama, comédia, suspense, ação e mais um pouco.
Destaque para Jennifer Jason Leigh, como a jornalista Amy Archer, vencedora de um Pulitzer que faz questão de lembrá-lo a toda hora, e Bruce Campbell, o cara de The Evil Dead (1981), canastrão da melhor qualidade.
Obrigado, Irmãos Coen!
* Dudu é cinéfilo e blogueiro do Cinéfilo, eu? Essa crítica foi publicada em seu blog em abril de 2007, veja aqui, e gentilmente cedida ao Museu do Cinema para fazer parte dessa revisita a obra de Joel e Ethan Coen.
10 comentários:
Cassiano, estou acompanhando agora as postagens de homenagem aos filmes dos Irmãos Coen. Infelizmente não vi nem "A Roda da Fortuna" e os outros postados anteriormente. Lembro no ano retrasado estava fazendo uma busca por alguns filmes com Jennifer Jason Leigh no elenco e que tinha encontrado o DVD de "A Roda da Fortuna". Mas como estava caro!
Acho que os Coen nunca fizeram um filme ruim. Nunca erraram necessariamente... O mais fraco deles é MATADORES DE VELHINHA.
E eu gosto de A RODA DA FORTUNA. Adoro esse humor dos Coen. A Jennifer Jason Leigh está fantástica neste filme.
Abs!
Gosto de O Amor Custa Caro, mas concordo que dentro da filmografia dos Coen é menos melhor...
Concordo com o Otavio, acho que o filme mais fraco dos irmãos Coen é "Matadores de Velhina" e nunca assisti a este "A Roda da Fortuna", mas gostei do texto entusiasmado do Dudu.
Quis dizer "Matadores de Velhinha".
Ahh Kamila, revi Matadores de Velhinhas para fazer essa retrospectiva e achei sensacional da segunda vez. Ri muito.
Ow Dudu... tudo perfeito em sua resenha. Exceto que adoro Roda da Fortuna. Não acho um trabalho meia boca dos Coen.
Realmente, a cena da morte do chefão é demais.
Acho que muito do humor de "O Amor Custa Caro" se concentra em seus ótimos diálogos e não em situações. É uma comédia que gosto bastante. Já "Matadores de Velhinha" só me agradou nos instantes finais - que são hilários.
Oi Ramon, mas o Dudu não fala isso na resenha, pelo contrário.
Putz, é verdade. Falhas da leitura "dinâmica". Hehe! Ele disse justamente o contrário.
Valeu... desculpa o lapso.
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