26 abril 2006

O Código Da Vinci

The Da Vinci Code – Ron Howard – lançamento mundial dia 19 de maio de 2006

Baseado no best-seller mundial de Dan Brown. Tom Hanks interpreta o professor de Harvard, Robert Langdon, especialista em simbologia, que se vê envolvido numa trama que pode desvendar muitos segredos do Cristianismo. Quando é chamado ao museu do Louvre, em Paris, para analisar um símbolo colocado no corpo do curador do museu, acaba conhecendo a neta do curador e também perita da policia francesa, Sophie Neuveu (Audrey Tautou). Com ela seguirá um caminho de pistas deixadas nos trabalhos de Leonardo Da Vinci, enquanto o misterioso chefe de polícia, Bezu Fache (Jean Reno), passa a desconfiar de Langdon, que teria um encontro, naquela mesma noite, com o curador do museu.

Fugindo da polícia francesa, junto a Sophie, o simbologista de Harvard, se refugia com o historiador milionário e excêntrico Sir. Leigh Teabing (o também Sir. Ian McKellen) e passa a contar com sua inteligência para desvendar aquele mistério, que envolve o catolicismo, a família de Jesus, Cavaleiros Templários, Priorado de Sião e Da Vinci.

Além de Fache, o ultra conservador bispo Manuel Aringarosa (Alfred Molina), diretor-geral da Opus Dei, passa a seguir os passos de Langdon. O elenco ainda tem o “albino” Silas (Paul Bettany), um religioso radical cujo passado demonstra uma tendência à violência e hoje prestas serviços a Opus Dei.

A polêmica em torno do filme já começou, é verdade que timidamente, até porque seus opositores sabem que qualquer fato acabará servindo de divulgação. A Opus Dei quer que os produtores do filme se retratem, a igreja católica não proibiu seus seguidores de assistirem a película, mas comentou que é uma obra de ficção, apesar de estar escrito no livro que todos os fatos relacionados às instituições são verídicos e baseados em anos de pesquisas a textos apócrifos da bíblia e livros sobre o tema. O Código Da Vinci tem tudo para se tornar o Titanic das bilheterias, e os responsáveis pelo marketing vem fazendo um belo trabalho de divulgação, começando com o pé direito fazendo seu lançamento em Cannes e depois no resto do mundo.

Pelo pouco que se viu, trailers e fotos, o filme vai ser fiel ao livro, os lugares históricos, comentados no livro, foram liberados para servir de locação a película, Hanks está a cara de Robert Langdon, o albino católico Silas parece perfeito no estranho Paul Bettany e as imagens são recriações perfeitas do clima que Dan Brown passou no livro. Veja o trailer aqui

14 comentários:

antônio josé disse...

a primeira fila da sala de cinema no dia 19 vai ficar lotada, e eu estarei lá, com certeza! Quanto ao post do grande Ennio Morricone, foi sensacional, a frase final é daquelas de se guardar na mente.

Museu do Cinema disse...

Valeu amigo, não vi seu comentário sobre Ennio e já estava achando estranho.

Kamila disse...

Definitivamente, "O Código Da Vinci" é o filme que eu mais estou esperando neste primeiro semestre de 2006. Li o livro de Dan Brown e o achei bastante interessante, criativo e figurativo. A adaptação cinematográfica é um daqueles casos clássicos em que só pode dar errado se for por pura falta de competência dos envolvidos. Acho que esse não será o caso do time Hanks-Howard-Goldsman-Grazer.

Museu do Cinema disse...

Realmente Kamila, tem tudo para dar certo! Mas confesso a vc que estou achando a Audrey meio deslocada. Mas é cedo demais ainda pra julgar.

Kamila disse...

Bom, eu acho que a Audrey é perfeita para interpretar a Sophie Neveu. Só espero que ela tenha melhorado o seu inglês, pois, em "Coisas Belas e Sujas", o inglês dela era sofrível! :-)

Eu não gostei da escolha do Paul Bettany como Silas. Acredito que o Christopher Eccleston seria uma escolha mais interessante. No entanto, ao assistir o trailer de "Código Da Vinci" gostei do pouco que vi do Bettany como o Silas.

É justamente esse o problema maior do Ron Howard: ele só trabalha com os mesmos atores! Se não fosse o Tom Hanks como Langdon seria o Russell Crowe! :-)

Museu do Cinema disse...

Pelo contrário Kamila, a personagem de Sophie é francesa, então, nesse caso, o sotaque irá ajuda-lá. Quanto ao Eccleston, eu acho que fora Hanks, o Bettany foi o ator mais bem escalado para o papel, inclusive acho que ele foi convidado, dispensando testes.

Kamila disse...

Sim, a personagem Sophie é francesa (e eu aplaudo o Howard por ter escalado atores franceses para os papéis), mas o filme é norte-americano. E os críticos norte-americanos geralmente detonam os atores quando o sotaque deles é muito forte (vide os casos de Salma Hayek e Penelope Cruz). Isso talvez possa prejudicar o filme.

Kamila disse...

Ah, Cassiano, como você fala muito do cinema clássico antigo, dá uma olhada nesses dois links, que eu acho que irão lhe interessar:

http://today.reuters.com/news/articlenews.aspx?type=televisionNews&storyid=2006-05-01T034502Z_01_N30321096_RTRIDST_0_TELEVISION-TELEVISION-BETTE-DC.XML

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/04/25/AR2006042501519.html

Romeika disse...

Mal posso esperar!!!;) Gostei das informações..
beijos..
PS:vc tem orkut??

Romeika disse...

entendo o que Kamila quis dizer..A personagem tem sotaque no livro, o que é natural, mas ainda assim falava um inglês 'perfeito'..Então espero que a atriz tenha melhorado mesmo..e não de uma de Salma Hayek..hehehe

Museu do Cinema disse...

Oi Romeika, não tenho Orkut não, quanto ao último comentário, eu acho q o sotaque dela vem a ser algo bom a personagem sim, ela é francesa e precisa ter sotaque, acho q a escolha dela pode ter passado por isso.

antônio josé disse...

a capa da época dessa semana é sobre o filme, vc viu? vc foi o primeiro "blogueiro" a tocar no assunto.

Museu do Cinema disse...

Valeu Kamila pelas indicações dos links do documentário "Stardust: The Bette Davis Story", adorei saber que Susan Sarandon será a narradora, sou fã dela, e o documentário promete.

Museu do Cinema disse...

Valeu pela lembrança da revista amigo, já li a reportagem e estou ancioso pela estréia do filme.